segunda-feira, 30 de março de 2015

ANÁLISES DA VIDA SOCIAL PELA HANNA SCHELEKA CAGANINI PIUSOVSKI STRAUSS



ANÁLISES DA VIDA SOCIAL PELA HANNA SCHELEKA CAGANINI PIUSOVSKI STRAUSS
Hoje a analista Hanna Scheleka Caganini Piusovski Strauss vai conjecturar acerca dum grupo social que faz parte dum macro micro estrato social. Macro, porque este grupo insere-se num grupo maior, que é a classe mérdia. E micro, porque sendo algo que só alguns ascendem. Esses alguns se acham os tais fenomenais. Em suma, é uma elite rançosa que de iluminada muito pouco ou nada é. Já vimos no solilóquio passado que existem nuances da classe média, podendo chegar a dita classe mérdica que não consegue vislumbrar para além do seu umbigo. Depois dentro da classe média existe a classe mérdia, assim como dentro da classe médica existe a classe mérdica. Esta classe faz-se passar por especialistas da saúde, cujo conhecimento da medicina é surpreendente. A pessoa pergunta-se se não houvessem estes doutos que contribuem para uma indústria lucrativa o que seria da Humanidade!
O valor pela vida humana assim como o respeito por outras práticas medicinais, que não seja a venda de estupefacientes legalizados, é algo que não aprendem nos 5 ou 6 anos de estudos. Vai-se lá saber porquê! Ética não vem nos manuais dos ditos estudantes. Muitos são mérdicos porque assim é há gerações e gerações. São mérdicos por estatuto, quiçá. Não por amor e cuidado com a Humanidade. Pelo menos é a conclusão que a analista Hanna Scheleka Caganini Piusovski Strauss tira desta brincadeira de mau gosto vista na foto de estudantes de merdicina.
E atenção! Não se pode confundir médicos com mérdicos! Muito importante essa ressalva!
Ana Piu
Brasil, 30.3.201










Todos os anos surgem relatos de violências dentro das faculdades de medicina. É urgente repensar o currículo desses cursos, bem como a forma de acesso. Não é possível tolerar "brincadeiras" como a de vestir-se à la Ku Klux Klan, acender tochas e colocar calouros ajoelhados para serem batizados, conforme está na foto anexa. A KKK é exemplo de ódio, de eugenia, intolerância e morte. O que pensar de médicos que se predispõe a emular coisas que existiram de pior na história da humanidade?
Para contextualizar o nonsense e o absurdo, essas fotos, e outras que serão publicadas em breve, são de ritual de recepção de calouros da Faculdade de Medicina da Unesp que ocorreu neste ano. Os protagonistas de preto são estudantes do sexto ano do curso de medicina.
Por fim, parece que não existiu uma CPI e as aberrações que ela trouxe à luz, uma vez que as práticas seguem as mesmas. E os dirigentes, seguindo a lógica observada durante a CPI, seguem com a política da impunidade e do "eu não sabia". Se não sabem, são incompetentes, se sabem, são coniventes e assinam embaixo.
Rindo da classe mérdica para não chorar. Rir faz bem à saúde e oxalá que não seja preciso dar de caras com a classe médica

Cactos acenando para aclasse mérdica
























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