De origem germânica achtung! servia como interjeção chamativa para perigos e paisagens deslumbrantes. Mais a norte, nos países escandinávos,ACHTUNG!! é considerado o espirro oficial dos vikings. Em terras lusas utiliza-se a expressão "Arre!!" quando alguém está arreliado. "Arretung!" é uma espécie de grito de guerra dos trabalhadores da classe precária, que desunidos nunca vencerão.
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
O QUE SEMEAMOS? COMO SEMEAMOS? O QUE ALMEJAMOS COLHER? E O QUE COLHEMOS? acerca do veganismo, vegetarianismo, feminismo e outros ismos
Existe a lei da causa e efeito. Assim como a lei da atração. Nós somos feitos de energia e isso não é nenhuma especulação isso histérica. Cientista que é cientista, por mais materialista que seja, se negar que não somo energia talvez precise dar uma revigorada lá nas cataratas do Foz do Iguaçu. Aí, talvez, possa ter o entendimento de que cada um de nós é uma poeirinha cósmica que ora brilha ora se apaga conforme a energia dos nossos pensamentos, sentimentos e ações.
Aprender a esvaziar a mente e aficar no tempo presente é um longo processo, principalmente numa sociedade industrializada onde o ruído se sobrepõe ao silêncio. Até hoje eu me questiono como se consegue conectar consigo mesmo e com algo Maior ao gritos em cima dum microfone numa fúria estonteante. " Faz-me espécie", como se diz na minha terra como quem diz " fico intrigada".
Vou lançar aqui outras " pequenas" questões acerca das causas que defendemos, por melhor que sejam, mas que nem sempre estão providas duma energia empática, tranquila e sim duma fúria igualmente estonteante:
Como um vegetariano ( que não come carne, mas come ovos e lácteos ) ou vegano ( que não come carne nem nada de origem animal) pode ser machista. Olhar para as mulheres como um pedaço de carne para dar uma trepadinha e até tentar subjugar ou até mesmo subjugar e quem sabe ficar bem na foto quando é conveniente?
Como uma feminista é competitiva com as outras mulheres, sendo que a competição é o masculino distorcido que independentemente de gêneros temos dentro de nós? Masculino e feminino são energias internas que todas e todos temos, umas vezes distorcidas outras vezes curadas e livres dessas distorções. Como uma feminista pode ter tanta raiva aos homens que alega que todos são uns incompetentes e machistas? Isso é femismo. Talvez a pessoa tenha de olhar para a sua relação com o seu pai biológico e para os homens que fizeram parte da sua infância.
Como um comunista alega liberdade duma forma autoritária e ao limite o seu grande objetivo é ganhar vantagem sobre o trabalho dos outros. Logo é o capitalista que ele inicialmente critica. Como se diz na minha terra: " Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte".
Como alguém espiritualista despreza, persegue e ostraçiza outras linhas espirituais que não a sua em nome do Todo e do Amor Divino?
E agora esta bem delicada mas que farei na mesma, principalmente por que também tenho família negra e parda: porque é que há quem defenda a inclusão " racial" ( não existem raças e sim etnias e fonótipos, antropologicamente falando) e olha todos os brancos como racistas e até se esquecem dos indígenas, isto em contexto brasileiro?
Enfim coisas para pensar, dando o nosso melhor, não personalizando, evitando as suposições e sendo o mais impecável possível nas palavras que emitimos com a devida espontaneidade.
A Piu
Brasil, 30/08/2018
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
(DES)MATOGROSSO
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| autoria: Manoel de Barros |
O regresso a Cuiabá, após 18 anos, ainda reverbera. Foi lá que dei à luz e nessa mesma época da minha trajetória artística viajei pelo Estado do Matogrosso apresentando um espetáculo de teatro com a minha trupe e dando oficina de improvisação e iniciação à máscara.
Não só pelo Matogrosso, como pelo Brasil, sinto um imenso afeto e carinho. Tem coisas que até hoje não entendo. Por exemplo: de quando em vez estigmatizarem-se o estrangeiro (normalmente quem não é Europeu da França para cima ou o latino americano e todos os que sejam negritos ou não ostentem status e dinheiro) , sendo que o povo brasileiro é feito de milhares de pessoas de todas as partes do mundo que muitas chegaram aqui em condições deploráveis e assentaram sem pedir licença. Ainda escarnecendo dos povos originais que já aqui viviam e dando continuidade a um projeto que o meu povo ancestral iniciou. Como portuguesa, sinto muito que esse projeto de ganância e extermínio tenha acontecido e ainda sinto muito mais aqueles que continuam, muitas vezes com um discurso que eles foram os colonizados. Ué! Eles, os próprios, ou são descendentes dos colonizadores ou passaram a serem os colonizadores. Existem muitos oprimidos que sonham em serem os opressores. Oh se existe! Na entrada/ saída de Cuiabá vê-se uma placa sobre a rodovia: Cuiabá cidade do agronegócio. No meu ponto de vista, além de impactante é triste. Dizer que não gosto de carne seria uma bela duma mentira. Dizer que não como carne de quando em vez seria uma hipocrisia arrepiante. Mas o meu projeto, a minha meta a curto/ médio prazo é deixar totalmente de comer carne por posicionamento político. O agronegócio destrói a natureza, despeja, mata milhares de pessoas, trata os animais duma forma cruel e o 'primeiro mundo" compra essa mesma carne. O agronegócio é somente negócio, como o próprio nome indica, em função do lucro de uns tantos. Ah! E sabiam que um camioneiro/ camionista quando transporta carne, durante várias horas dum Estado para o outro, não pode descansar, ao invés de quando transporta verduras, fruta? Isto porque a carne é mais cara...
Enfim... Não é uma questão nacional e sim internacional. Cada um e cada uma de nós terá de colocar a mão na consciência e ter a coragem de mudar de hábitos e padrões comportamentais. Ter conceitos e defender causas é muito fácil, o desafio é colocá-las em prática.
A Piu
Brasil, 29/08/2018
DE QUE NOS RIMOS QUANDO NOS RIMOS
No Brasil tenho-me reconciliado com a espiritualidade. Assim sendo, antes de tudo e nos imediatamente: Haux haux#. Também posso dizer: GRATIDÃO. Porque não? Desde que venha do coração sem banalizações toda e qualquer expressão de agradecimento vale.
" Não te rias nem escarneças do que não conheces, porque outras dimensões e portais podem existir , podes é ainda desconhecer. E rir de algo maior por desconhecimento é ignorância e ao limite boçalidade. Ri-te do que te é familiar. Ri-te de ti mesma. Mas isso tu já sabes." Este foi um dos insights que certa vez tive no trabalho de linha xamanica, em que a meditação é o chão para abertura da intuição, também conhecida por terceiro olho.
Alguém também já me disse: " Quando nos rimos estamos mais perto de Deus." Assim sendo eu rio da minha prática, para desconstruir as minhas neuroses, os mesmos padrões de ansiedade e insegurança. Não vou rir da fé do 'outro' com o intuito de ofender. Posso rir também do lugar de onde vim, lá da velha Europa onde o Frederico Nicha# matou deus e quando o Holocausto aconteceu alguém perguntava onde estava Deus nesse momento. ZZZZZZZ Que pergunta estranha. É óbvio que se não acreditam em Deus ou se o distorcem para beneficiar um discurso e um mecanismo de poder é o poder que impera, não AMOR.
Também me posso rir da fé beata da "minha santa terrinha" lá dos Portugau". Pois essa fé beata aprisionou, castrou, feriu ao longo de séculos e séculos a alegria de ser e estar, a alegria de viver na plenitude, o conhecimento das plantas, das ervas e outras sabedorias. E a alegria de viver na plenitude é estar com o Grande Espirito, a Mãe Terra, as estrelas. Que... quem quiser acreditar... é de lá, das estrelas, que nós viemos. Logo, instituições religiosas que pregam e instalam o medo nada tem a ver com Amor.
Ah também posso rir dos materialistas, daqueles que não acreditam que o Espirito existe, pois em parte a minha formação foi essa por negação os beatos seculares. Porém a ideia materialista além de arrogante, por se achar cientifica concreta racional e tal e tal, é manca. Coxeia que é uma beleza, mas quando chega uma aperto até o materilista mais fundamentalista põe-se de joelhos e junta as mãos.
Assim sendo, resumindo e concluindo, eu rio-me de mim própria, porque isso pode ser caminho transcendente de não nos acharmos os tais maiorais e assim ficamos mais leves, menos cínicos. Ah esse foi outro insight: " Quando não estamos conectados com a espiritualidade, que não tem necessariamente de ser religiosa dogmática, tornamos-nos uns belos de uns cínicos. Escarnecendo da nossa própria existência ao invés de honrá-la e rir com inocência, sem aquela malicia destrutiva e mal dissente, por assim dizer. Como assistimos muitas vezes nos stand up, com as fobias e ismos: xenofobia, machismo, gordofobia, classismo e por aí vai. Eu não faço stand up, mas acredito que há quem o faça duma forma mais inteligente que essa. Assim espero e quando assim é eu rio-me.
A Piu
Br, 28/08/2018
# gratidão, grata, agradecida na língua ameríndia do povo Hunin Kuin
# por alguns conhecido como Friedrich Nietzsche, o homem do bigode.
" Não te rias nem escarneças do que não conheces, porque outras dimensões e portais podem existir , podes é ainda desconhecer. E rir de algo maior por desconhecimento é ignorância e ao limite boçalidade. Ri-te do que te é familiar. Ri-te de ti mesma. Mas isso tu já sabes." Este foi um dos insights que certa vez tive no trabalho de linha xamanica, em que a meditação é o chão para abertura da intuição, também conhecida por terceiro olho.
Alguém também já me disse: " Quando nos rimos estamos mais perto de Deus." Assim sendo eu rio da minha prática, para desconstruir as minhas neuroses, os mesmos padrões de ansiedade e insegurança. Não vou rir da fé do 'outro' com o intuito de ofender. Posso rir também do lugar de onde vim, lá da velha Europa onde o Frederico Nicha# matou deus e quando o Holocausto aconteceu alguém perguntava onde estava Deus nesse momento. ZZZZZZZ Que pergunta estranha. É óbvio que se não acreditam em Deus ou se o distorcem para beneficiar um discurso e um mecanismo de poder é o poder que impera, não AMOR.
Também me posso rir da fé beata da "minha santa terrinha" lá dos Portugau". Pois essa fé beata aprisionou, castrou, feriu ao longo de séculos e séculos a alegria de ser e estar, a alegria de viver na plenitude, o conhecimento das plantas, das ervas e outras sabedorias. E a alegria de viver na plenitude é estar com o Grande Espirito, a Mãe Terra, as estrelas. Que... quem quiser acreditar... é de lá, das estrelas, que nós viemos. Logo, instituições religiosas que pregam e instalam o medo nada tem a ver com Amor.
Ah também posso rir dos materialistas, daqueles que não acreditam que o Espirito existe, pois em parte a minha formação foi essa por negação os beatos seculares. Porém a ideia materialista além de arrogante, por se achar cientifica concreta racional e tal e tal, é manca. Coxeia que é uma beleza, mas quando chega uma aperto até o materilista mais fundamentalista põe-se de joelhos e junta as mãos.
Assim sendo, resumindo e concluindo, eu rio-me de mim própria, porque isso pode ser caminho transcendente de não nos acharmos os tais maiorais e assim ficamos mais leves, menos cínicos. Ah esse foi outro insight: " Quando não estamos conectados com a espiritualidade, que não tem necessariamente de ser religiosa dogmática, tornamos-nos uns belos de uns cínicos. Escarnecendo da nossa própria existência ao invés de honrá-la e rir com inocência, sem aquela malicia destrutiva e mal dissente, por assim dizer. Como assistimos muitas vezes nos stand up, com as fobias e ismos: xenofobia, machismo, gordofobia, classismo e por aí vai. Eu não faço stand up, mas acredito que há quem o faça duma forma mais inteligente que essa. Assim espero e quando assim é eu rio-me.
A Piu
Br, 28/08/2018
# gratidão, grata, agradecida na língua ameríndia do povo Hunin Kuin
# por alguns conhecido como Friedrich Nietzsche, o homem do bigode.
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
O PONTO DE ENCONTRO DA HORA DO CONTO _quem conta um conto acrescenta um ponto
Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi de Campinas /SP com Ana Piu.
Hora da Criança sábados 16h.
#girassóisgraudosarteeentertenimento
Hora da Criança sábados 16h.
#girassóisgraudosarteeentertenimento
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| Companheiros de viagem: o guardião dos pássaros e da floresta. |
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| Companheiros de viagem: Maria Canela, a menina cujo pai é duma cor , mãe de outra e os avós ainda de outra. Misturas finas. |
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| Quem gosta de escutar histórias? EUUUUUU! |
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| Um marcador de livros feito pelo Pedro com um lobinho de dentes afiados e e de olhar amoroso que dirá: Papai , eu te amo muito. |
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| Oficina do dia dos pais. |
segunda-feira, 30 de julho de 2018
DO OUTRO LADO DO ESPELHO TEM AS OUTRAS ALICES EM OUTROS PAÍSES DAS MARAVILHAS
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| O menino Pepeu megulhando na toca do coelho de " A Viagem de Maria da Luz". |
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| Onde as linguagens se encontram: grafismo, poesia, música e artes cênicas |
E como a arte para respirar e crescer, no meu ponto de vista, precisa de interlocução continuo a compartilhar o trilhar dum trabalho que requer dedicação, estudo, trabalho. Por estes tempos também compreendi que se não abrirmos mais as portas do processo do nosso trabalho o cidadão comum não vai saber porque a nossa profissão é uma profissão e que a sua função social é efetiva. Mil vezes grata a todos e todas aquelas que têm contribuído na formação em produção cultural e economia criativa: Cassiane, Lisa Bueno, Anna Kuhl, Ju Rossi entre outrxs.
Nos dias 28 e 29 de Julho aconteceu em Vinhedo Paisagem- Festival de Impressões. Apresentei duas caixas de teatro lambe lambe. A primeira já apresentada aqui no Brasil, Portugal e Chile. A segunda estreou. E por ter estreado ainda está em construção porque é com a relação com o público que a mistura fina vai acontecendo. Delegar ao espectador a sua visão, como se dum diretor artístico se tratasse, é um enorme prazer e honra. Como artista crio para as pessoas. O meu foco é comunicar. Então o olhar das mesmas é me caro. Porém neste final de semana criei uma frase de efeito em conversa com parceiros das artes visuais: Eu não crio para agradar. Eu crio para tocar.
Vamos lá então ao registro fotográfico desta jornada.
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| Lambe lambe a la carte: " Uma janela para o largo" e " A Viagem de Maria da Luz" autoria: Ana Piu |
quinta-feira, 26 de julho de 2018
LISA VITÓRIA RÉGIA AL-LISHBUNA
O monumento
É de papel crepom e prata
Os olhos verdes da mulata
A cabeleira esconde
Atrás da verde mata
O luar do sertão (...)
Viva a mata, ta, ta
Viva a mulata, ta, ta, ta, ta
Viva a mata, ta, ta
Viva a mulata, ta, ta, ta, ta
" Tropicália" Caetano Veloso
Lisa, porque em serões em que me foram solicitados contar umas histórias para o sono vir mais de boa na boa criei uma personagem com esse nome. As suas aventuras além de psicodélicas/ psicadélicas - olha os detalhes de diversidade linguística e de sotaque!- o seu nome remetia à tal da Lisboa, Lissabone, Lisbone. Aquela mesma cidade em que dei o meu primeiro: buá buá buá! Como quem diz: Cheguei!
Nos serões seguintes: Contas uma história da Lisa?
Pronto! Lisa atravessa o espaço sideral feito uma girafa translúcida que fala numa língua que todos entendem e sabem bem interpretar. Lisa faz amigos à beira da praia, enquanto come yogurtes de couve lombarda e por aí vai. Lisa desloca-se à velocidade da luz sempre numa tranquilidade invencível, vitoriosa. Por isso também é Vitória Régia, como uma criança a nomeou embora eu já lhe tivesse dado o nome de Lisa. Porque é conhecida por Lisa aqui, além mar e no oceano estrelar.
Ah! E no caso, é homenageante ser mulata. É o encontro e a mistura. Por que, como o Caetano canta, ser mulato é ser mulato no sentido lato, mulato democrático do litoral. E do interior também. Já agora. Quem não olha o interior como pode entender o litoral? Ah pois! Poizé!
A Piu
Brasil, 26/07/2018
Construção da máscara: Denise Valarini
Concepção e composição visual :Ana Piu
#teatrobalbinasbeduinas
Os olhos verdes da mulata
A cabeleira esconde
Atrás da verde mata
O luar do sertão (...)
Viva a mata, ta, ta
Viva a mulata, ta, ta, ta, ta
Viva a mata, ta, ta
Viva a mulata, ta, ta, ta, ta
" Tropicália" Caetano Veloso
Lisa, porque em serões em que me foram solicitados contar umas histórias para o sono vir mais de boa na boa criei uma personagem com esse nome. As suas aventuras além de psicodélicas/ psicadélicas - olha os detalhes de diversidade linguística e de sotaque!- o seu nome remetia à tal da Lisboa, Lissabone, Lisbone. Aquela mesma cidade em que dei o meu primeiro: buá buá buá! Como quem diz: Cheguei!
Nos serões seguintes: Contas uma história da Lisa?
Pronto! Lisa atravessa o espaço sideral feito uma girafa translúcida que fala numa língua que todos entendem e sabem bem interpretar. Lisa faz amigos à beira da praia, enquanto come yogurtes de couve lombarda e por aí vai. Lisa desloca-se à velocidade da luz sempre numa tranquilidade invencível, vitoriosa. Por isso também é Vitória Régia, como uma criança a nomeou embora eu já lhe tivesse dado o nome de Lisa. Porque é conhecida por Lisa aqui, além mar e no oceano estrelar.
Ah! E no caso, é homenageante ser mulata. É o encontro e a mistura. Por que, como o Caetano canta, ser mulato é ser mulato no sentido lato, mulato democrático do litoral. E do interior também. Já agora. Quem não olha o interior como pode entender o litoral? Ah pois! Poizé!
A Piu
Brasil, 26/07/2018
Construção da máscara: Denise Valarini
Concepção e composição visual :Ana Piu
#teatrobalbinasbeduinas
quarta-feira, 25 de julho de 2018
OS PREPARATIVOS DE " A VIAGEM DE MARIA DA LUZ - diário de bordo
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