De origem germânica achtung! servia como interjeção chamativa para perigos e paisagens deslumbrantes. Mais a norte, nos países escandinávos,ACHTUNG!! é considerado o espirro oficial dos vikings. Em terras lusas utiliza-se a expressão "Arre!!" quando alguém está arreliado. "Arretung!" é uma espécie de grito de guerra dos trabalhadores da classe precária, que desunidos nunca vencerão.
sábado, 25 de junho de 2016
segunda-feira, 20 de junho de 2016
ESSA CARA SOU EU! A MATÉRIA SOBRE MINHA PESQUISA FOI PUBLICADAAAAA NO JORNAL DA UNIPUNK!
Compartilho aqui algo que sei lá... Não sei, até sei, mais ou menos quesei. E eu que sei? Estou na mesma emocionada apesar de isto daquilo e do outro. A vida tem destas coisas porque na eternidade cabe lá todo o mundo!
http://www.unicamp.br/unicamp/ju/660/aqui-e-agora-entre-o-comico-o-onirico-e-eternidade
AS AVENTURAS DE PAULO E O AMOR
Paulo quer acreditar que o amor está no ar que o poliamor é caminho para os seus impulsos. Em criança em chegando a hora de almoço a mãe chamava-o da porta para a rua: 'Oh Paaaaalooooo! Paaaaloooooooo vem para casa ca comida tá na mesa! Não te aviso más vez vez nenhuma! Deixa o teu pai chegar a casa! Olha que ele não é de falinhas mansas! Ooooooh Paaaaalooooo Paloooooo!"
E assim Paulo cresceu com estas pauladas de amor prometido. Aliás! O Paulo é Paulo porque sua mãe adorava o cantor romântico Marco Paulo:" Eu tenho dois amores que nada são iguais que nada são iguais. Mas não tenho a certeza de qual eu gosto mais!"
Enfim, Paulo cresceu nesse dilema de todas amar e não amar nenhuma. Porque se uma era loira toda ternura e loucura, já a outra era morena, embora mais pequena ela é a mulher que todo o homem quer pois é muito mais mulher.
E claro, todo este dilema de cardápio amoroso pode-se aplicar a todos os géneros e orientações. Assim vai o conceito de poliamor. E assim vai quem o profere e defende não sabe muito bem ou sabe mais ou menos ou acha que sabe que ter um rol de catrapiscanços, vulgus paquera, é poliamor. Oh messa! Granda paulada no Amor que se quer com A grande que se quer com durabilidade, fruto da entrega, da admiração e respeito. Este século XXI saiu-me cá um magano! Ora a lógica consumista do descartável ainda singra, ora o Amor está no ar e dentro de nós. Mas aí já entramos no campo da espiritualidade, conceito também muitas vezes banalizado porque não vivido e também muito lucrativo. Enfim, enfim a sociedade da aparência é muita maluca e risível.
Ana Piu
Br, 20.06.2016
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| Sim Hi man! Qualquer semelhança com a surrealidade é pura coincidência do real ainda por amadurecer |
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| Sonho um dia que os super heróis sejam representados com agentes cooperativos ao invés de competitivos com ou sem máscaras |
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| As amigas Polly em traje de passeio. Alegres e livres juntas vão. Emancipadas são porque não significam ameaça umas para as outras |
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| Cardápio Tinder surpresa De todos os tamanhos e estilos a única coisa é que acabam sempre em princezinhas magriças duma elegância desmontável como se tratasse dum ovinho da hinder surpresa |
quinta-feira, 16 de junho de 2016
CHORAR É SAUDÁVEL, PORQUE SE NÃO A PESSOA ENTOPE. E ISSO SIM, NÃO DÁ JEITO NENHUM*
Em 1958 calculo que tenha recebido uma média de vinte libras por semana, o salário de um trabalhador.
Como todos os autores, eu sobrevivia de cheque para cheque. (...) Uma vez a dívida prolongou-se até chegar a cinco semanas de atraso. essas pequenas lembranças nítidas corrigem generalizações do tipo: " Não ter dinheiro não me preocupava". ( Cheguei a dizer isso por uns tempos.) Mas houve épocas em que fiquei preocupada sim. Estava andando pela rua Church, depois de deixar o menino na escola, e chorava porque não tinha dinheiro para comprar comida. Um homem, que caminhava apressado em minha direção, parou e perguntou: Porque está chorando? Eu disse: Não tenho dinheiro. Ele tornou: Bem, anime-se, porque na semana que vem você terá, não é mesmo? Como era uma verdade, já que o dinheiro sempre aparecia de alguma parte, eu me animei.
Como todos os autores, eu sobrevivia de cheque para cheque. (...) Uma vez a dívida prolongou-se até chegar a cinco semanas de atraso. essas pequenas lembranças nítidas corrigem generalizações do tipo: " Não ter dinheiro não me preocupava". ( Cheguei a dizer isso por uns tempos.) Mas houve épocas em que fiquei preocupada sim. Estava andando pela rua Church, depois de deixar o menino na escola, e chorava porque não tinha dinheiro para comprar comida. Um homem, que caminhava apressado em minha direção, parou e perguntou: Porque está chorando? Eu disse: Não tenho dinheiro. Ele tornou: Bem, anime-se, porque na semana que vem você terá, não é mesmo? Como era uma verdade, já que o dinheiro sempre aparecia de alguma parte, eu me animei.
É ISSO AÍ
Eu quero ter sucesso no sentido que encontro para o sentido que tomo. Como o non sense é um tipo de humor que me apraz penso que o que hoje o português da padaria contou tem a sua piada. Sendo meu conterrâneo, rimo-nos ambos do facto de terem vindo uns portugueses aqui no Brasil falar como superar uma crise financeira. Essa é de rir até chorar, do estômago ficar dum jeito como se tivessemos feito 50 abdominais mais 20 voltas a um estádio olímpico. Sim, eu quero ter sucesso mas sem passar por cima de ninguém. E quanto a essa experiência de passarem por cima de mim... A casca já tá um pouco rija. Depois duma crise financeira e dum nível altíssimo de desemprego na velha Europa EU QUERO TER SUCESSO SIM E GANHAR A MINHA VIDA COM DIGNIDADE. Rir, abraçar os amigos e até mesmo chorarmos juntos. Porque só assim faz sentido. Quando rimos e choramos, assim como quando abraçamos a alma fica mais limpa e leve.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
POEMA PARA O ZÉ RAMALHO, O COCO, ZÉ, O FERNANDO, O TOUCINHO DE CÉU in memorian
Já se passaram tantos anos
O
Senhor
É
O
Senhor
É
Realmente
Atemporal
Mesmo
Aqui
Lembro-me
Hoje
O
Atemporal
Mesmo
Aqui
Lembro-me
Hoje
O
Tanto
O quanto é
Unico
Carinhoso
Imensurávelmente
Naturalmente
Humorista
Onírico
O quanto é
Unico
Carinhoso
Imensurávelmente
Naturalmente
Humorista
Onírico
Dou pelo tempo passar
Olho para ti
Olho para ti
Como
És
Único
És
Único
saudadinis saudadovskis leves e eternas
Ana Piu
Brasil, 13.06.2016
Brasil, 13.06.2016

sexta-feira, 10 de junho de 2016
BANANA SENTIMENTAL
Naquelas voltinhas próprias de panfletagem para a divulgação duma apresentação teatral, lá fui entrado nos novos espaços veganos que existem por estas bandas. Lugares bonitos com pessoas bonitas que vislumbram serem saudáveis. Sim, é legítimo. Nós somos o que comemos. Nós somos o que consumimos e absorvemos: a música, o que lemos ou não, a poesia e a falta dela, as emoções que alimentamos ou desnutrimos e por aí vai. Mas, apesar de ser mais correto ser palhaço do que bufão de vez em quando eu dou umas viradinhas bufonescas, mesmo que umas vezes tente dar um cunho mais na linha da inocência do palhaço,. Mas outras?... Vai que vai com a bufonaria.
E agora questiono e reflito: ser alternativo da new age é ótimo, mas de vez em quando demanda o bolso recheado. Enfim, tem a linha dos alternativos que cultivam a sua horta e tem ainda a linha dos alternativos gourmet. Ambos têm estilo e depois de hoje deparar-me com uma BANANA SENTIMENTAL no cardápio de um desses lugares fiquei a imaginar uma banana que em solidariedade aos seres vivos com batidas cardíacas falava numa outra esfera espiritual ao degustador: " Eu sacrifico o meu corpo, a minha existência para saciar a tua fome, mas não te esqueças que eu tenho sentimentos! E quando tirares a minha casca faz com delicadeza e atenção porque hoje tá muito frio!" Da minha parte considero que é muito importante dar voz a uma banana, pois elas também tem sentimentos. Oh! Veja-se as amoras da Vovó Donalda que cresciam junto à sua janela por ela cantar para elas com muito amor. O pior é quando vinha o bode comilão que até cadeiras comia. Mas pelo exemplo, deve ser um bode vegano muito à frente, porque depois de ter percebido que as amoras têm sentimentos hoje só come cadeiras. Da minha parte ainda trago o perfume nas mãos daquele sorvete vegano com sabor a abacaxi e gengibre com cidreira e laranja que não resisti a degustar nessas andanças da planfetagem. E comer cadeiras ainda não é a minha onda. Quem sabe um dia!
NAMASTRETA PARA NÓS TAMBÉM, porque rirmos de nós mesmo dá saúde e faz crescer
Ana Piu
Br, 10.06.2016
E agora questiono e reflito: ser alternativo da new age é ótimo, mas de vez em quando demanda o bolso recheado. Enfim, tem a linha dos alternativos que cultivam a sua horta e tem ainda a linha dos alternativos gourmet. Ambos têm estilo e depois de hoje deparar-me com uma BANANA SENTIMENTAL no cardápio de um desses lugares fiquei a imaginar uma banana que em solidariedade aos seres vivos com batidas cardíacas falava numa outra esfera espiritual ao degustador: " Eu sacrifico o meu corpo, a minha existência para saciar a tua fome, mas não te esqueças que eu tenho sentimentos! E quando tirares a minha casca faz com delicadeza e atenção porque hoje tá muito frio!" Da minha parte considero que é muito importante dar voz a uma banana, pois elas também tem sentimentos. Oh! Veja-se as amoras da Vovó Donalda que cresciam junto à sua janela por ela cantar para elas com muito amor. O pior é quando vinha o bode comilão que até cadeiras comia. Mas pelo exemplo, deve ser um bode vegano muito à frente, porque depois de ter percebido que as amoras têm sentimentos hoje só come cadeiras. Da minha parte ainda trago o perfume nas mãos daquele sorvete vegano com sabor a abacaxi e gengibre com cidreira e laranja que não resisti a degustar nessas andanças da planfetagem. E comer cadeiras ainda não é a minha onda. Quem sabe um dia!
NAMASTRETA PARA NÓS TAMBÉM, porque rirmos de nós mesmo dá saúde e faz crescer
Ana Piu
Br, 10.06.2016
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| crédito: Amanda Dumond |
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